O barbatimão (Stryphnodendron adstringens) é uma árvore de porte pequeno a médio, nativa do Cerrado brasileiro, pertencente à família Fabaceae. A planta também é conhecida por diversos nomes populares, entre eles barba-de-timã, barbatimão-verdadeiro, casca-da-virgindade e casca-do-Brasil. Sua casca, rica em taninos, é uma das mais valorizadas na medicina popular brasileira, com uso tradicional voltado principalmente à cicatrização de feridas, aos cuidados com a pele e à saúde íntima feminina. A espécie integra a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), o que reflete seu papel consolidado na fitoterapia nacional.
O nome indígena bá-timó significa “planta que aperta”, uma referência direta à forte ação adstringente dos taninos presentes na casca, associada às propriedades cicatrizantes, bactericidas e fungicidas historicamente atribuídas à planta. Este guia reúne o que a tradição popular e os estudos científicos mais recentes indicam sobre os usos, benefícios, formas de preparo e contraindicações do barbatimão.
Sumário do Artigo
- Contexto Histórico e Cultural do Barbatimão
- O Que É o Barbatimão?
- Para Que Serve o Barbatimão?
- Propriedades Medicinais do Barbatimão
- Benefícios do Barbatimão para a Saúde
- Chá de Barbatimão
- Banho de Assento com Barbatimão
- Pomada de Barbatimão
- Sabonetes e Outras Formas de Uso
- Efeitos Colaterais e Contraindicações do Barbatimão
- Estudos Científicos Sobre o Barbatimão
- Onde Comprar e Como Escolher o Barbatimão
- Perguntas Frequentes Sobre Barbatimão
Contexto Histórico e Cultural do Barbatimão
O uso do barbatimão remonta aos povos indígenas do Brasil, que foram os primeiros a reconhecer as propriedades adstringentes da casca e a incorporá-la ao cuidado tradicional de ferimentos e problemas de pele. Com a chegada dos colonizadores, bandeirantes e sertanistas aprenderam com os povos originários e passaram a levar a planta em suas expedições pelo interior do país, valorizando sobretudo seu uso tradicional para ajudar a estancar pequenos sangramentos.
Hoje o barbatimão continua sendo um dos pilares da medicina popular brasileira, encontrado em feiras, mercados e quintais por todo o território nacional. Raizeiras e benzedeiras mantêm vivo esse conhecimento ancestral, repassando às novas gerações o modo tradicional de preparo e uso da casca.
A árvore ocorre com maior frequência em Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e São Paulo. Durante períodos de seca, quando o capim escasseia, é comum o gado se alimentar de vagens e folhas do barbatimão, apesar da toxicidade da planta; em contrapartida, os animais acabam ajudando a dispersar as sementes ao defecá-las pelo pasto, onde germinam. Historicamente, a casca também teve papel importante em curtumes: por conter até 30% de taninos em sua composição, era amplamente usada no curtimento de couro, processo em que os taninos reagem com as fibras da pele animal.
O Que É o Barbatimão?
O barbatimão possui tronco tortuoso e casca grossa, de coloração clara e textura rugosa. Suas folhas são compostas e bipinadas, organizadas em pares ao longo dos ramos. As flores surgem em inflorescências, geralmente na primavera, em torno de setembro. Os frutos são vagens grossas e carnosas que, quando maduras, adquirem coloração castanho-clara e concentram as sementes responsáveis pela propagação da espécie. Trata-se de uma árvore decídua, que perde as folhas em determinada época do ano.
Para Que Serve o Barbatimão?
O barbatimão é tradicionalmente utilizado na medicina popular para apoiar a cicatrização de feridas e ajudar a reduzir processos inflamatórios na pele. A casca, parte mais empregada da planta, concentra um elevado teor de taninos, principal responsável por suas propriedades. Acredita-se que o poder cicatrizante e a redução de sangramentos estejam ligados à capacidade dos taninos de retirar água das células, contraindo as fibras do tecido, e de formar uma camada protetora sobre a mucosa ou o tecido lesado ao se complexarem com íons metálicos, proteínas ou polissacarídeos.
Na saúde da mulher, o barbatimão é tradicionalmente empregado em banhos de assento voltados ao desconforto de infecções vaginais, como a candidíase, e a corrimentos, já que sua ação adstringente reduz a umidade local e cria um ambiente menos favorável à proliferação de fungos e bactérias. A planta também é usada de forma tradicional em casos de diarreia, pela mesma propriedade adstringente, e em gargarejos para aliviar o desconforto de dores de garganta.
Propriedades Medicinais do Barbatimão
As propriedades do barbatimão derivam principalmente de sua composição química. Além dos taninos condensados, considerados os principais compostos ativos da casca, a planta contém alcaloides, esteroides, estilbenos, flavonoides e terpenos, além de inibidores de proteases, como a tripsina.
A propriedade adstringente é uma das mais conhecidas: os taninos reagem com as proteínas dos tecidos, o que causa contração e reduz a permeabilidade, contribuindo para diminuir secreções e conter pequenos sangramentos. A ação cicatrizante é amplamente documentada em estudos e está associada à formação de uma camada protetora sobre a lesão, que favorece a regeneração do tecido.
Estudos também indicam potencial anti-inflamatório, com possível redução da produção de substâncias inflamatórias, o que ajudaria a explicar o uso tradicional da planta para aliviar dor, inchaço e vermelhidão. A atividade antimicrobiana documentada em laboratório mostra efeito frente a micro-organismos como Staphylococcus aureus, bactéria comum em infecções de pele, e Candida albicans, fungo associado à candidíase. Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista também identificaram atividade antioxidante e sequestradora de radicais livres em extratos da casca, associada à proteção contra danos oxidativos.
Benefícios do Barbatimão para a Saúde
Os benefícios tradicionalmente atribuídos ao barbatimão abrangem da saúde da pele à saúde íntima feminina, sempre em razão da riqueza da casca em taninos. A seguir, os principais usos populares e o que a pesquisa científica já indica a respeito de cada um.
Saúde da Pele
O barbatimão é um aliado tradicional da saúde da pele. Sua ação adstringente e cicatrizante é associada à recuperação de pequenos cortes, arranhões e queimaduras leves, já que a planta forma uma película protetora sobre a lesão que ajuda a prevenir contaminações e estimula a regeneração do tecido. A ação anti-inflamatória contribui para reduzir o inchaço e a vermelhidão local.
A propriedade adstringente também é aproveitada tradicionalmente no controle da oleosidade, já que contrai os poros da pele, o que pode ser útil para quem tem pele oleosa ou propensa à acne. Por isso é comum encontrar sabonetes e loções à base de barbatimão voltados a esse fim.
Saúde da Mulher
Na saúde íntima feminina, o barbatimão é tradicionalmente utilizado em banhos de assento preparados com a casca, voltados ao desconforto de infecções vaginais, como a candidíase, e à redução do corrimento e da umidade excessiva na região. Algumas mulheres relatam melhora percebida na secura vaginal associada à menopausa com o uso de géis ou cremes à base da planta, ainda que essa aplicação específica ainda careça de mais estudos. Antes de iniciar qualquer tratamento voltado à saúde íntima, a orientação de um profissional de saúde é fundamental para confirmar o diagnóstico e garantir segurança.
Saúde Capilar
Popularmente, acredita-se que o barbatimão ajude a controlar a oleosidade do couro cabeludo, sendo por isso usado em xampus e loções capilares voltados a cabelos oleosos e à caspa. Também há relatos populares de uso do chá para fortalecer os fios e estimular a circulação no couro cabeludo, mas essa aplicação específica ainda carece de estudos científicos que a confirmem.
Saúde Bucal
O gargarejo com o chá da casca de barbatimão é usado tradicionalmente no cuidado da gengivite, já que a ação anti-inflamatória ajuda a reduzir o sangramento e a inflamação gengival, enquanto a atividade antimicrobiana contribui para o controle de bactérias na boca. O mesmo gargarejo é utilizado de forma tradicional para aliviar o desconforto de dores de garganta, embora casos persistentes sempre exijam avaliação odontológica ou médica.
Chá de Barbatimão

O chá da casca tem uso tradicional externo para hemorragia uterina, feridas ulcerosas e pele excessivamente oleosa, além do uso em gargarejos para dores de garganta e, por via oral, para diarreia. Estudos recentes também investigam seu uso como possível adjuvante no cuidado da cárie dentária, embora o tratamento odontológico convencional continue sendo essencial nesses casos.
Modo de Preparo do Chá de Barbatimão

- Adicione 3 gramas de casca de barbatimão a 150 ml de água.
- Leve à fervura e mantenha por 5 minutos.
- Desligue o fogo, tampe o recipiente e deixe abafado por cerca de 15 minutos.
- Coe e consuma em seguida.
Banho de Assento com Barbatimão
O banho de assento com barbatimão é uma das formas mais tradicionais de uso na saúde íntima feminina, indicado para o desconforto de infecções e corrimentos.
- Ferva duas colheres de sopa da casca de barbatimão em um litro de água por cerca de 10 minutos.
- Coe o líquido e espere até que fique morno.
- Despeje o chá em uma bacia e sente-se nela por 15 a 20 minutos.
- Repita o procedimento uma vez ao dia, por até uma semana, ou conforme orientação profissional.
Pomada de Barbatimão

A propriedade cicatrizante do barbatimão também é aproveitada em pomadas de extrato seco da casca, geralmente aplicadas de 2 a 3 vezes ao dia sobre a lesão. O mecanismo envolve a capacidade dos taninos de retirar água das células, contraindo as fibras e favorecendo o fechamento do ferimento, além da formação de uma camada protetora sobre o tecido lesado. A planta também contém inibidores de proteases, que ajudam a preservar as redes proteicas necessárias à reconstituição do tecido durante a cicatrização, contribuindo para reduzir a inflamação e o edema local. A atividade antisséptica e antimicrobiana documentada ajuda a evitar contaminações no ferimento, o que poderia retardar a recuperação do tecido.
Um estudo conduzido pela Universidade Estadual de Maringá comparou o extrato de barbatimão a um cicatrizante de uso convencional (Nebacetin) em feridas de ratos: ao final de 21 dias, o grupo tratado com barbatimão apresentou maior redução do diâmetro da ferida, formação mais rápida de novo tecido e de capilares sanguíneos, além de maior presença de células de defesa no local.
Sabonetes e Outras Formas de Uso
Também existem sabonetes, géis e loções à base de barbatimão voltados ao controle da oleosidade e ao cuidado da pele com tendência à acne, além de versões para higiene íntima. Como em qualquer produto de uso tópico, vale priorizar marcas com boa procedência e concentração de extrato declarada na embalagem.
Efeitos Colaterais e Contraindicações do Barbatimão
O uso do barbatimão, mesmo sendo de origem vegetal, exige alguns cuidados. A ingestão do chá em excesso pode causar irritação estomacal e náuseas, já que a alta concentração de taninos pode ser agressiva ao sistema digestivo. O chá da casca e das folhas usado em lavagens tem efeito abortivo documentado, e estudos em animais sugerem que o uso interno da planta também pode ter potencial abortivo; por isso, o consumo é contraindicado para gestantes e lactantes, para quem não há estudos suficientes que garantam segurança.
Pessoas com problemas hepáticos ou renais devem ter cautela, já que o uso prolongado ou em doses elevadas pode sobrecarregar esses órgãos; o consumo contínuo do chá não é recomendado, e o ideal é usar a planta por períodos curtos, sempre sob orientação profissional.
As vagens e as folhas do barbatimão são tóxicas e podem causar irritação intensa nas mucosas do trato digestivo caso ingeridas. O pólen da planta também é tóxico para abelhas, o que torna a apicultura desaconselhada em áreas próximas.
Para uso tópico, o barbatimão é considerado geralmente seguro, mas algumas pessoas podem apresentar sensibilidade; testar o produto em uma pequena área da pele antes do uso é uma boa prática, e vermelhidão, coceira ou inchaço persistentes são sinais para suspender o uso e procurar um dermatologista. A pomada de barbatimão, como outras pomadas cicatrizantes, é contraindicada em escaras avançadas, com necrose que atinge ossos ou tendões, e em pacientes com crises de hipotensão.
Estudos Científicos Sobre o Barbatimão
A ciência tem dedicado atenção crescente ao barbatimão, com pesquisas voltadas sobretudo aos taninos condensados da casca, principais responsáveis pelas ações biológicas documentadas da planta.
Atividade Cicatrizante
Um estudo de revisão publicado na revista Wound Medicine reuniu diversas publicações sobre o uso do barbatimão em feridas e apontou sua contribuição para a reparação de tecidos, atribuída à formação de uma camada protetora sobre a lesão. Outro estudo, conduzido em animais, observou que o uso de pomada de barbatimão acelerou o fechamento de feridas, com aumento na produção de colágeno na área tratada, componente essencial para a resistência e a elasticidade da pele.
Ação Antimicrobiana
Um estudo publicado no Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial mostrou que o extrato da casca de barbatimão inibiu, em laboratório, o crescimento de Staphylococcus aureus, bactéria associada a diversas infecções de pele. Outro estudo, publicado no Journal of Antimicrobial Chemotherapy, mostrou que os taninos do barbatimão também inibem o crescimento de Candida albicans, fungo responsável pela candidíase, achado que ajuda a explicar o uso popular da planta em banhos de assento.
Potencial Anti-Inflamatório e Analgésico
Um estudo publicado em 2007 avaliou o efeito do extrato de barbatimão em modelos animais e observou redução da sensação de dor, além de menor inflamação nos testes realizados, achados que dão suporte ao uso tradicional da planta para aliviar dores e processos inflamatórios.
Atividade Antioxidante
Pesquisadores da Universidade Estadual Paulista avaliaram extratos da casca de barbatimão e confirmaram atividade antioxidante e sequestradora de radicais livres, associada à proteção contra danos oxidativos nas células.
Onde Comprar e Como Escolher o Barbatimão
O barbatimão é uma planta bastante popular no Brasil e pode ser encontrado sem dificuldade em lojas de produtos naturais, feiras de ervas, mercados municipais e também pela internet, tanto a granel e em pó quanto em produtos prontos, como pomadas e sabonetes.
Ao escolher a casca, priorize produtos de aparência limpa e seca, sem sinais de mofo, umidade ou insetos, com coloração clara e uniforme e cheiro característico, levemente amadeirado. Para produtos industrializados, verifique o rótulo: a lista de ingredientes deve ser clara, com a concentração de extrato de barbatimão declarada, e certificações de órgãos como a ANVISA são um diferencial importante de qualidade e segurança.
Perguntas Frequentes Sobre Barbatimão
O Que Significa o Nome Casca-da-Virgindade?
Esse apelido popular vem da forte ação adstringente do barbatimão, que contrai os tecidos do corpo. Quando usada na região íntima, a planta pode causar uma sensação temporária de contração, o que deu origem ao nome curioso, sem relação com qualquer efeito permanente sobre a virgindade.
O Barbatimão Emagrece?
Não há evidências científicas de que o barbatimão emagreça. A planta não possui propriedades conhecidas que queimem gordura, e seu uso tradicional para diarreia pode até causar perda de peso momentânea, mas por perda de líquidos, não de gordura. Por isso, não deve ser usado como método para emagrecimento.
Pode Tomar o Chá de Barbatimão Todos Os Dias?
O uso contínuo e prolongado do chá de barbatimão não é recomendado, já que pode sobrecarregar fígado e rins, e os taninos em excesso podem irritar o estômago. O ideal é usar a planta por períodos curtos e sempre com orientação de um profissional de saúde.
Barbatimão É Bom para Candidíase?
O barbatimão é tradicionalmente usado e estudado por seu possível efeito antifúngico frente à Candida albicans, principal causadora da candidíase. O banho de assento com o chá da casca é a forma de uso mais popular para esse fim, mas o diagnóstico e o acompanhamento de um profissional de saúde continuam sendo essenciais.
Grávidas Podem Usar Barbatimão?
Não. O uso interno é contraindicado, já que o chá em lavagem tem efeito abortivo documentado e estudos em animais sugerem potencial abortivo também para o consumo oral. O uso tópico, como em pomadas, só deve ocorrer com orientação médica durante a gestação.
A Pomada de Barbatimão Pode Ser Usada em Qualquer Ferida?
Não. A pomada é contraindicada em escaras avançadas, com necrose que atinge ossos ou tendões, e em pacientes com crises de hipotensão. Fora dessas situações, seu uso tradicional é voltado a cortes, arranhões e queimaduras leves, sempre com acompanhamento caso a ferida não apresente melhora.
Qual a Diferença Entre Barbatimão e Aroeira?
Ainda que ambas sejam usadas tradicionalmente para cicatrização e inflamação, são espécies diferentes: o barbatimão (Stryphnodendron adstringens) é nativo do Cerrado, enquanto a aroeira (Myracrodruon urundeuva) é típica da Caatinga e da Mata Atlântica, com composição química e intensidade de efeitos distintas entre si.
Barbatimão Faz Parte de Alguma Lista Oficial de Plantas Medicinais No Brasil?
Sim. O barbatimão integra a Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), que reúne espécies de interesse para o desenvolvimento de fitoterápicos no sistema público de saúde.
De Onde Vem o Nome Barbatimão?
Do termo indígena bá-timó, que significa “planta que aperta”, em referência direta à ação adstringente dos taninos presentes na casca.
O Barbatimão É Usado Na Produção de Couro?
Sim. Historicamente, a casca do barbatimão, rica em taninos, presentes em até 30% de sua composição, foi bastante usada em curtumes para o curtimento de couro.
Referências
Ver Todas as 14 Referências Citadas
- 2017 Almeida, F. C. G., et al. Topical formulation containing Stryphnodendron adstringens (barbatimão) extract for the treatment of vaginal infections. Evidence-Based Complementary and Alternative Medicine, 2017;2017:8583251.
- 2010 Coelho, Julice Medeiros, et al. Effects of silver sulfadiazine, ipê roxo (Tabebuia avellanedae) extract and barbatimão (Stryphnodendron adstringens) extract on cutaneous wound healing in rats. Revista do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, 2010;37(1):045-051.
- 2018 Costa, M. A., et al. A pharmaceutical topical gel containing proanthocyanidin polymeric tannins from Stryphnodendron adstringens. Journal of Medicinal Plants Research, 2018;12(13):153-160.
- 2007 De Souza, Tatiana Maria, et al. Bioprospecção de atividade antioxidante e antimicrobiana da casca de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville (Leguminosae-Mimosoidae). Revista de Ciências Farmacêuticas Básica e Aplicada, 2007:221-226.
- 2011 Ferreira, S. B., et al. Avaliação da atividade antimicrobiana in vitro do extrato hidroalcoólico de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville sobre isolados ambulatoriais de Staphylococcus aureus. Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial, 2011;47(5):585-590.
- 2006 Ishida, K., et al. Influence of tannins from Stryphnodendron adstringens on growth and virulence factors of Candida albicans. Journal of Antimicrobial Chemotherapy, 2006;58(5):942-949.
- 2014 Leite, Maísa Almeida. Isolamento e Identificação Estrutural de Polifenóis em Stryphnodendron adstringens. Dissertação, Universidade Estadual de Maringá, 2014.
- 2011 Lima, Z. P., et al. Atividade antifúngica de extratos de Stryphnodendron adstringens (Mart.) Coville sobre leveduras do gênero Candida. Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, 2011;44(1):108-111.
- 2000 Lorenzi, H. Árvores Brasileiras: Manual de Identificação e Cultivo de Plantas Arbóreas Nativas do Brasil. 3.ed. Nova Odessa: Instituto Plantarum, 2000.
- 2007 Melo, J. O., et al. Effect of Stryphnodendron adstringens (barbatimão) bark on animal models of nociception. Revista Brasileira de Ciências Farmacêuticas, 2007;43(3):425-432.
- 2019 Pellenz, N. L., et al. Healing activity of Stryphnodendron adstringens (Mart.), a Brazilian tannin-rich species: A review of the literature and a case series. Wound Medicine, 2019;26:100163.
- 2003 Rebecca, M. A., et al. Effect of Stryphnodendron adstringens (barbatimão) on energy metabolism in the rat liver. Toxicology Letters, 2003;143(1):55-62.
- 2018 Souza, T. M., et al. Stryphnodendron Species Known as “Barbatimão”. Molecules, 2018;23(4):910.
- 2010 Vilar, J. B., et al. Cytotoxic and genotoxic investigation of the lyophilized solution of the stem bark of S. adstringens (barbatimão). Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, 2010;46(2):299-306.






