Conselho Editorial Medicina Natural

Governança Editorial

O Conselho Editorial Medicina Natural é a instância colegiada responsável pela curadoria de conteúdo, pelos padrões de qualidade e pela governança editorial do portal. Sua composição reúne profissionais com formação e trajetória reconhecidas em fitoterapia, jornalismo científico e medicina integrativa.

Publicado em: 06/05/2026Última Atualização: 07/05/2026Mantido por: Conselho Editorial Medicina Natural

Composição do Conselho

O Conselho Editorial Medicina Natural é composto por três cadeiras permanentes, cada uma com atribuição específica dentro do fluxo editorial. A composição reflete a tradição editorial do portal, originada em 2008 sob o domínio plantasmedicinaisefitoterapia.com e consolidada como Medicina Natural a partir de 2014.

A pluralidade de formações é deliberada: o conteúdo do portal navega entre etnobotânica, jornalismo de saúde e prática clínica integrativa, e essa convergência exige perspectivas complementares na revisão editorial.

Membros e Atribuições

Italo Magno, Coordenador Editorial Fundador

Italo Magno é o fundador do projeto editorial que originou o Medicina Natural, com atuação contínua desde 2008 no segmento de plantas medicinais e fitoterapia no Brasil. Atua como coordenador editorial, responsável pela linha editorial geral do portal, definição de pautas estratégicas e governança institucional. Sua trajetória reúne mais de 15 anos de produção editorial dedicada a saúde natural, com construção e manutenção de patrimônio editorial composto por mais de mil conteúdos publicados sob curadoria direta.

Eudes Bezerra, Curador Editorial

Eudes Bezerra atua como curador editorial do Medicina Natural, com responsabilidade direta sobre a seleção de pautas, revisão de fontes, manutenção do padrão de qualidade técnica e atualização do acervo editorial. Sua atuação cobre a verificação metódica de referências científicas, conferência de monografias da Anvisa e do RENISUS, contraste com literatura etnobotânica brasileira e adequação editorial dos textos antes da publicação.

Gabriela Brandão, Conselheira de Saúde Integrativa

Gabriela Brandão integra o Conselho na cadeira de saúde integrativa, com formação em Medicina e atuação anterior na rede pública de saúde, com experiência clínica em Centro de Saúde da Família e em práticas integrativas e complementares no Sistema Único de Saúde, contexto em que conheceu na prática o Programa Farmácia Viva. Sua contribuição editorial envolve revisão crítica de conteúdo sobre uso terapêutico de plantas, identificação de afirmações que excedem o que a evidência permite, sinalização de contraindicações relevantes e adequação do tom editorial em temas que envolvem populações sensíveis.

Critérios de Admissão

A admissão de novos membros ao Conselho Editorial segue critérios objetivos, listados em ordem alfabética sem hierarquia prioritária:

  • Atuação reconhecida em produção editorial de saúde natural por ao menos cinco anos
  • Certificação por instituições reconhecidas em fitoterapia, como ABFIT, IBRAFITO ou sociedades científicas correlatas
  • Especialização ou pós-graduação em fitoterapia ou área correlata
  • Formação superior em área correlata, incluindo agronomia com especialização em plantas medicinais, biologia, biomedicina, enfermagem com especialização em práticas integrativas, farmácia, medicina e nutrição
  • Publicações acadêmicas ou livros reconhecidos no campo de fitoterapia, etnobotânica ou medicina integrativa

O candidato deve atender a pelo menos um dos critérios acima e ser referendado por unanimidade pelo Conselho atual em reunião formal.

Governança e Tomada de Decisão

As decisões editoriais estruturais são tomadas em colegiado, com registro em ata interna. Decisões cotidianas, como aprovação de pautas, edição de artigos e correções, seguem fluxo definido na Política Editorial, com responsabilidade primária do Curador Editorial e supervisão do Coordenador.

Pautas que envolvam recomendação terapêutica de planta, populações sensíveis ou condições crônicas exigem parecer adicional da Conselheira de Saúde Integrativa antes da publicação. Em caso de divergência interna sobre conteúdo de saúde, a posição mais conservadora prevalece.

Política de Revisão de Conteúdo

O ciclo de revisão de cada artigo do Medicina Natural cobre quatro etapas, cada uma com responsável específico:

  • Atualização periódica: artigos sobre temas dinâmicos são revisados ao menos uma vez por ano, ou imediatamente quando nova evidência relevante surge
  • Linguagem responsável: o tom editorial é validado para evitar promessa terapêutica, sensacionalismo ou substituição de orientação profissional
  • Verificação de fontes: cada afirmação técnica é amparada por fonte rastreável, conforme Padrões de Fontes Científicas
  • Verificação de segurança: contraindicações, interações medicamentosas, populações sensíveis e cuidados específicos são checados em monografias oficiais

Periodicidade de Reunião e Atualização

O Conselho Editorial se reúne formalmente em periodicidade trimestral para deliberação estrutural, e em fluxo contínuo para decisões cotidianas. Atualizações no acervo editorial e revisões periódicas dos artigos seguem calendário interno priorizado por relevância de busca, sazonalidade e identificação de divergência entre conteúdo publicado e evidência atual.

Colaboradores Externos

Além dos membros do Conselho, o Medicina Natural conta com colaboradores externos para produção de conteúdo, sempre sob supervisão e revisão do Curador Editorial. Colaboradores externos não compõem o Conselho, mas seu trabalho está submetido aos mesmos critérios editoriais, ao Código de Ética Editorial e à Política Editorial.

Transparência e Conflitos Pessoais

Cada membro do Conselho declara, em registro interno disponível para auditoria editorial externa, conflitos pessoais que possam interferir na imparcialidade de decisões editoriais sobre temas, plantas ou autores específicos. Essa declaração é atualizada anualmente e em qualquer momento que haja alteração relevante. Para detalhes sobre o vínculo entre o portal e a Loja Medicina Natural, consulte Conflito de Interesses.