Marupazinho: Guia Completo da Planta Medicinal Amazônica

Marupazinho - Eleutherine plicata
Publicado e Revisado Clinicamente Por Equipe Editorial Medicina Natural
Atualizado em 23/02/2026

O marupazinho, cientificamente conhecido como Eleutherine plicata, é uma planta herbácea e bulbosa da família Iridaceae, nativa de regiões tropicais das Américas, com presença marcante na Bacia Amazônica. Também é chamado de marupá, palmeirinha, coquinho e alho-vermelho. O bulbo avermelhado, semelhante a uma pequena cebola, é a parte mais utilizada e costuma ser preparado como chá, decocto ou extrato.

No contexto da fitoterapia brasileira, a relevância do marupazinho é reforçada pela inclusão da espécie na Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS), o que reflete importância tradicional e interesse científico. Ao longo do texto, são abordadas a descrição botânica, a composição fitoquímica – com destaque para naftoquinonas – e as evidências disponíveis sobre atividades antimicrobianas, anti-inflamatórias, analgésicas e citotóxicas, além de segurança, contraindicações e uso responsável.

Características Botânicas do Marupazinho

A Eleutherine plicata é uma planta herbácea, perene e bulbosa, com cerca de 20 a 30 centímetros de altura. Seu traço mais distintivo é o bulbo tunicado, ovoide a piriforme, com coloração externa vermelho-intensa a vinho, lembrando superficialmente uma cebola roxa ou o alho. Internamente, o bulbo é branco e, ao ser cortado, pode exsudar um látex branco, sendo também responsável pela perenização e pela propagação vegetativa.

As folhas são basais, eretas e plissadas, com nervuras paralelas bem marcadas, o que ajuda a explicar o nome popular palmeirinha. As flores são delicadas e efêmeras, surgem em inflorescências do tipo cimeira e apresentam seis pétalas brancas, com centro amarelado. Um ponto característico é o padrão de abertura: as flores tendem a abrir à noite ou nas primeiras horas da manhã e permanecem abertas por poucas horas, com floração observada em dois períodos do ano, com picos em março e abril e um segundo período em setembro.

Composição Fitoquímica e Princípios Ativos

A complexidade fitoquímica da Eleutherine plicata sustenta grande parte do interesse científico pela espécie. Nos bulbos do marupazinho, o grupo de metabólitos secundários mais associado às atividades biológicas é o das naftoquinonas, pigmentos quinoides derivados do naftaleno. Entre os compostos mais estudados estão eleuterina, isoeleuterina e eleuterol, cujas concentrações podem variar conforme fatores como região de ocorrência, condições de cultivo e época de colheita.

Estudos fitoquímicos, incluindo análises por cromatografia líquida de alta eficiência (CLAE), vêm sendo utilizados para identificar e quantificar marcadores químicos no material vegetal. Além das naftoquinonas, análises de extratos (como o extrato etanólico do bulbo seco) descrevem a presença de outras classes de compostos, como antraquinonas, esteroides e triterpenos. Também é citada a ocorrência de sapogenina esteroidal, associada ao uso tradicional para dor, e a hipótese de que a sinergia entre diferentes constituintes contribua para o espectro de ação observado na prática popular e em estudos experimentais.

Evidências Científicas e Atividades Biológicas

Ação Antimicrobiana e Antiparasitária

Uma das linhas de investigação mais alinhadas ao uso tradicional do marupazinho envolve a atividade contra microrganismos patogênicos. O emprego popular do bulbo em quadros gastrointestinais, como diarreias, disenterias e amebíase, encontra respaldo em estudos laboratoriais que descrevem a ação de extratos e compostos isolados. As naftoquinonas, especialmente eleuterina e isoeleuterina, são frequentemente apontadas como as principais responsáveis por efeitos antimicrobianos e antiparasitários observados em modelos experimentais.

Pesquisas relatam inibição do crescimento de microrganismos de relevância clínica, como Staphylococcus aureus e Escherichia coli, além de atividade antifúngica contra Candida albicans. No campo da parasitologia, há relatos de atividade contra Entamoeba histolytica e investigações explorando potencial frente a Leishmania e ao protozoário Plasmodium falciparum. Esses resultados sugerem que naftoquinonas do marupazinho podem ser um ponto de partida promissor para estudos de desenvolvimento de fármacos, embora a transposição para uso clínico dependa de etapas adicionais de pesquisa.

Ação Anti-inflamatória e Analgésica

Além da atividade antimicrobiana, a Eleutherine plicata é descrita como uma planta com propriedades anti-inflamatórias e analgésicas, o que se relaciona ao seu uso tradicional para alívio de dor e desconfortos associados a processos inflamatórios. A inflamação envolve múltiplas vias e mediadores, e, quando persistente, pode contribuir para agravamento de diferentes condições. Nesse contexto, os constituintes do marupazinho são investigados pela capacidade de modular respostas inflamatórias em modelos experimentais.

Estudos in vitro e in vivo discutem mecanismos potenciais, incluindo a possível inibição de mediadores pró-inflamatórios, como prostaglandinas e citocinas, que participam da cascata inflamatória. A ação analgésica é relacionada, em parte, à presença de sapogeninas esteroidais, citadas como compostos que poderiam influenciar a percepção de dor. Embora os dados sejam relevantes para sustentar hipóteses mecanísticas, a interpretação prática deve considerar que evidências experimentais não equivalem, por si só, a comprovação de eficácia clínica em humanos.

Potencial Citotóxico e Antiproliferativo

Uma área considerada promissora envolve a investigação do potencial citotóxico de extratos e compostos do marupazinho contra linhagens celulares tumorais. A citotoxicidade, no contexto oncológico, é estudada com foco em seletividade, buscando substâncias que afetem células tumorais com menor impacto sobre células não tumorais. As naftoquinonas novamente aparecem como compostos de maior interesse, por apresentarem atividade antiproliferativa em diferentes modelos experimentais reportados na literatura.

Entre os estudos citados, há avaliação em células de glioma de rato (C6), com resultados sugerindo indução de apoptose, um processo de morte celular programada relevante para o controle de células defeituosas. Esses achados são, em geral, preliminares e predominam em cenários in vitro e em análises computacionais, o que não permite extrapolar para tratamento em humanos. Ainda assim, os dados reforçam o valor da espécie como candidata para pesquisas futuras, principalmente para isolamento, padronização e avaliação de segurança em protocolos mais avançados.

Usos Tradicionais e Formas de Preparo

O uso do marupazinho é fortemente associado ao conhecimento construído por comunidades indígenas e ribeirinhas, com destaque para aplicações em problemas gastrointestinais. Na medicina popular, o chá do bulbo é relatado como uma das formas mais comuns de uso, especialmente em quadros de diarreia aguda, disenterias e amebíase. Também há registros de uso tradicional em situações associadas a desconfortos anorretais, como hemorroidas, o que contribui para a ampla difusão do bulbo como recurso caseiro em regiões onde a planta ocorre.

O preparo tradicional descrito envolve decocção, com dois bulbos frescos cortados em partes menores para facilitar a extração dos constituintes. Em seguida, o material é fervido em cerca de 500 mL de água por aproximadamente 15 minutos, coando-se antes do consumo. A recomendação popular citada é ingerir uma xícara antes das principais refeições em contextos de diarreia e amebíase. Além do chá, também se menciona o uso do bulbo para tinturas (extratos alcoólicos), uma forma que concentra compostos e permite conservação prolongada.

Segurança, Contraindicações e Uso Responsável

Apesar do histórico tradicional, a discussão de segurança é essencial para qualquer planta utilizada com finalidade medicinal. No caso do marupazinho, relatos populares e bibliografias citadas não descrevem efeitos colaterais graves nas doses tradicionalmente recomendadas, mas essa ausência não equivale a garantia de isenção de risco. A segurança pode variar conforme dose, forma de preparo, duração do uso e características individuais, além de potenciais interações com medicamentos, sobretudo em pessoas com condições crônicas.

Estudos de toxicidade ajudam a estabelecer margens de segurança e a orientar o uso, e há investigações experimentais avaliando citotoxicidade de extratos e compostos isolados. Por cautela, o uso é desaconselhado para gestantes, lactantes e crianças pequenas, pela falta de estudos suficientes para esses grupos. Pessoas em uso contínuo de medicamentos ou com doenças crônicas devem buscar orientação profissional antes de utilizar a planta, evitando automedicação e uso prolongado sem acompanhamento, especialmente quando o objetivo é lidar com sintomas persistentes.

Cultivo e Manejo do Marupazinho

O cultivo do marupazinho é descrito como relativamente simples, favorecendo sua presença em hortas caseiras e jardins medicinais. A planta se adapta a climas tropicais e subtropicais e tende a preferir solos bem drenados e ricos em matéria orgânica. A propagação ocorre principalmente pela divisão dos bulbos, que se multiplicam com facilidade. Em práticas de plantio, sugere-se profundidade de 5 a 7 centímetros e espaçamento aproximado de 15 a 20 centímetros, com umidade constante sem encharcamento.

A colheita dos bulbos pode ocorrer ao longo do ano, sendo citada maturidade ideal em cerca de 6 a 8 meses após o plantio. Também é descrita como uma planta rústica e resistente a pragas e doenças, o que facilita manejo orgânico sem uso de agrotóxicos. Essas características contribuem para reduzir pressão sobre populações silvestres, especialmente quando há aumento de demanda por produtos naturais, favorecendo formas de cultivo que preservem recursos locais e mantenham oferta mais estável.

História e Etnobotânica

A trajetória da Eleutherine plicata como planta medicinal se entrelaça com a história de povos originários da América do Sul. Antes da ciência moderna, comunidades indígenas da Bacia Amazônica já utilizavam o bulbo com objetivos terapêuticos e, em alguns contextos culturais, também com significado espiritual, associado a rituais de cura e purificação. Esse conhecimento foi transmitido oralmente por gerações e serviu de base para a disseminação do uso popular em diferentes comunidades e regiões tropicais.

Relatos atribuídos a cronistas e naturalistas a partir do século XVII mencionam o uso de bulbos avermelhados para estancar sangramentos e lidar com “febres intestinais”, expressão que pode remeter a quadros de disenteria descritos historicamente. A etnobotânica, ao documentar práticas tradicionais, contribui para orientar hipóteses científicas e direcionar estudos fitoquímicos e farmacológicos. Nesse sentido, o marupazinho exemplifica como saberes locais podem dialogar com investigação moderna sem reduzir a complexidade cultural do uso.

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Potencial Farmacológico e Pesquisas Futuras

As pesquisas com a Eleutherine plicata são apresentadas como promissoras não apenas pela validação de usos tradicionais, mas também pelo potencial de seus compostos em áreas de maior complexidade biomédica. A atividade citotóxica e antiproliferativa das naftoquinonas em modelos experimentais abre possibilidades de investigação para desenvolvimento de novos candidatos a fármacos. Da mesma forma, relatos de atividade contra parasitas de relevância global, como Plasmodium falciparum, estimulam estudos voltados a alternativas em cenários de resistência e necessidade de novas moléculas.

Para que esse potencial avance de forma consistente, são necessários ensaios clínicos controlados em humanos e protocolos que definam padronização de extratos, doses e duração de uso com segurança. Também se menciona a biotecnologia como possível aliada, por permitir cultivo de células vegetais em laboratório para produção otimizada de naftoquinonas, o que pode favorecer sustentabilidade e qualidade reprodutível. A integração entre conhecimento tradicional e pesquisa aplicada é apresentada como um caminho para ampliar compreensão e, eventualmente, gerar produtos fitoterápicos com critérios técnicos mais robustos.

Aspectos Ecológicos e de Conservação

A Eleutherine plicata, como espécie nativa sul-americana, participa dos ecossistemas em que ocorre. A propagação eficiente por bulbos favorece a colonização de áreas abertas, podendo contribuir para cobertura do solo e redução de erosão. Suas flores efêmeras fornecem recursos a polinizadores noturnos ou crepusculares, como pequenas mariposas e besouros atraídos por néctar. A composição química, rica em naftoquinonas, é citada como possível mecanismo de defesa contra herbívoros e patógenos, influenciando interações com a biota local.

Embora não seja descrita como espécie ameaçada, o habitat amazônico enfrenta pressões associadas a desmatamento, expansão agrícola e mineração. Além disso, a exploração extrativista sem manejo pode afetar populações locais, sobretudo se a demanda por produtos naturais crescer rapidamente. Por isso, a promoção de práticas de cultivo e manejo sustentável é apresentada como estratégia relevante para reduzir impactos, preservar recursos genéticos e manter a disponibilidade da espécie para comunidades tradicionais e para pesquisas científicas futuras, com maior equilíbrio entre uso e conservação.

Perguntas Frequentes Sobre o Marupazinho (FAQ)

Para que Serve o Chá de Marupazinho?

O chá de marupazinho é tradicionalmente utilizado para problemas gastrointestinais, como diarreias, disenterias e amebíase, refletindo práticas consolidadas em comunidades amazônicas. Além disso, há descrições de uso popular para alívio de dor e processos inflamatórios, alinhadas a estudos experimentais sobre atividade anti-inflamatória e analgésica. Ainda assim, a utilização deve ser cautelosa e não substitui avaliação profissional em quadros persistentes.

Como Preparar o Chá de Marupazinho?

O preparo tradicional citado envolve a decocção do bulbo, que é a fervura do material vegetal para extração de constituintes. A prática descrita utiliza dois bulbos frescos cortados em pedaços, fervidos em aproximadamente 500 mL de água por cerca de 15 minutos, com posterior coagem. Em relatos populares, o consumo é associado a uma xícara antes das principais refeições em contextos gastrointestinais, respeitando cautela e evitando excessos.

O Marupazinho Tem Contraindicações?

Não há um conjunto amplo de contraindicações formalmente estabelecidas a partir de ensaios clínicos, mas a prudência é recomendada. O uso é desaconselhado para gestantes, lactantes e crianças pequenas, devido à falta de evidências robustas de segurança nessas populações. Em pessoas com doenças crônicas ou que utilizam medicamentos continuamente, é importante buscar orientação profissional para reduzir riscos de interações e de uso inadequado, especialmente em doses elevadas ou por longos períodos.

Quais São os Princípios Ativos do Marupazinho?

Os compostos mais destacados na literatura para a Eleutherine plicata são as naftoquinonas, especialmente eleuterina, isoeleuterina e eleuterol, frequentemente associadas a atividades antimicrobianas, antiparasitárias e citotóxicas em modelos experimentais. Também são citadas outras classes químicas, como antraquinonas, esteroides e triterpenos, além de sapogenina esteroidal, mencionada em associação a efeitos analgésicos. A composição pode variar conforme origem e condições de cultivo.

O Marupazinho Pode Ser Usado Para Tratar Câncer?

Há estudos experimentais descrevendo atividade citotóxica e antiproliferativa de extratos e naftoquinonas do marupazinho em linhagens celulares, incluindo resultados em células de glioma de rato (C6) com indução de apoptose. Contudo, esses achados são predominantemente in vitro e não comprovam eficácia ou segurança como tratamento em humanos. Por isso, não é apropriado utilizar a planta como alternativa terapêutica para câncer sem acompanhamento médico e evidências clínicas robustas.

A Planta é a Mesma Coisa que o Alho?

Não. Apesar de um dos nomes populares ser alho-vermelho e do bulbo lembrar visualmente o alho, trata-se de espécies distintas. O marupazinho (Eleutherine plicata) pertence à família Iridaceae, enquanto o alho comum (Allium sativum) é de outra família botânica. Essa diferença implica composições químicas e perfis de uso diferentes, portanto não é adequado extrapolar propriedades de uma espécie para a outra apenas por semelhança de aparência ou nomenclatura popular.

Onde o Marupazinho é Encontrado?

O marupazinho é uma planta nativa de regiões tropicais das Américas e é descrito com presença relevante na Bacia Amazônica. Em contextos regionais, é mencionado como ocorrência em áreas onde pode crescer espontaneamente, inclusive em locais abertos e em ambientes associados a cultivos e jardins medicinais. A capacidade de propagação vegetativa por bulbos contribui para sua persistência em algumas áreas, podendo até ser considerada erva daninha em determinados contextos de manejo.

O Uso do Marupazinho é Aprovado pela Anvisa?

O marupazinho aparece na RENISUS, uma lista do Ministério da Saúde que reúne plantas medicinais de interesse para pesquisa e desenvolvimento de produtos voltados ao SUS. Essa inclusão sinaliza relevância e potencial, mas não equivale automaticamente a um medicamento registrado para todas as indicações populares. A comercialização e a regulamentação de fitoterápicos seguem normas específicas, e a existência de pesquisas ou uso tradicional não substitui critérios regulatórios, padronização de extratos e comprovação clínica.

Referências e Estudos Científicos

  1. National Center for Biotechnology Information. “Eleutherine plicata Herb. and Its Promising Constituents Amoebicides.” PubMed Central. https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC12489841/.
  2. ScienceDirect. “Toxicity evaluation of Eleutherine plicata Herb. extracts and possible cell death mechanism.” ScienceDirect. https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2214750021001426.
  3. Frontiers. “Anti-leishmanial activity of Eleutherine plicata Herb. and predictions of isoeleutherin and its analogues.” Frontiers in Chemistry. https://www.frontiersin.org/journals/chemistry/articles/10.3389/fchem.2024.1341172/full.
  4. Research, Society and Development. “The use of Eleutherine plicata Herb. in the treatment of gastrointestinal diseases in a traditional community in the Brazilian Amazon.” RSD Journal. https://rsdjournal.org/rsd/article/view/4539.
  5. MDPI. “Eleutherine plicata Naphthoquinones Exert In Vitro and In Silico Cytotoxic Effects on Rat Glioma C6 Cells.” Molecules. https://www.mdpi.com/1420-3049/27/24/8850.
  6. Arab Journal of Chemistry. “Evaluation of the genotoxicity and mutagenicity of isoeleutherin and eleutherin isolated from Eleutherine plicata Herb. using bioassays and in silico approaches.” Arab Journal of Chemistry. https://arabjchem.org/evaluation-of-the-genotoxicity-and-mutagenicity-of-isoeleutherin-and-eleutherin-isolated-from-eleutherine-plicata-herb-using-bioassays-and-in-silico-approaches/.
  7. SpringerLink. “Naphthoquinones isolated from Eleutherine plicata herb with antiplasmodial activity.” SpringerLink. https://link.springer.com/article/10.1007/s00044-019-02498-z.
  8. IntechOpen. “Eleutherine Plicata – Quinones and Antioxidant Activity.” IntechOpen. https://www.intechopen.com/chapters/48231.
  9. Journal of Medicinal Plants Research. “Eleutherine bulbous (Mill.) Urb.: a review study.” Academic Journals. https://academicjournals.org/journal/JMPR/article-full-text/3D2656B58779.
  10. MalariaWorld. “Participation of Oxidative Stress in the Activity of Compounds Isolated from Eleutherine plicata Herb (Iridaceae) against Plasmodium falciparum.” MalariaWorld. https://www.malariaworld.org/scientific-articles/participation-of-oxidative-stress-in-the-activity-of-compounds-isolated-from-eleutherine-plicata-herb.

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