A tensão pré-menstrual (TPM) é uma realidade para grande parte das mulheres em idade reprodutiva e reúne sintomas físicos, emocionais e comportamentais que surgem de forma cíclica na fase lútea do ciclo. As manifestações variam muito, indo de cólicas, inchaço e dor mamária até irritabilidade, ansiedade e oscilações de humor. Contudo, quando a intensidade é maior, esses sintomas podem interferir no trabalho, nos relacionamentos e nas tarefas diárias, tornando o alívio uma prioridade prática e recorrente.
Nesse contexto, a medicina natural ganha espaço como alternativa promissora para o manejo da TPM, usando plantas medicinais, suplementos e ajustes de estilo de vida para reequilibrar o organismo com uma abordagem mais suave e integrativa. Em vez de focar apenas em sintomas isolados, a proposta costuma mirar os mecanismos subjacentes, como inflamação, estresse, sono e variações hormonais.
Opções Naturais e Suplementos Para a TPM
O manejo natural da TPM tende a funcionar melhor quando combina estratégias de base e intervenções direcionadas. Em geral, isso inclui sono consistente, alimentação anti-inflamatória, redução de álcool e excesso de açúcar, além de atividade física regular e técnicas de relaxamento. Paralelamente, algumas plantas e nutrientes apresentam evidência para sintomas específicos, como cólicas, inchaço, dor mamária e alterações de humor. Contudo, é essencial considerar contraindicações, interações e particularidades do ciclo antes de montar um protocolo.
Vitex Agnus-Castus: Regulador Hormonal da Natureza
O Vitex agnus-castus, conhecido como agnocasto, é uma das plantas mais estudadas na saúde feminina e aparece com destaque no alívio de sintomas da TPM. Seu uso tradicional e os estudos modernos convergem na ideia de modulação do eixo endócrino, com impacto em sintomas como sensibilidade mamária, irritabilidade e alterações de humor. Em geral, o Vitex é usado de forma contínua, pois a resposta tende a ser gradual e cumulativa ao longo dos ciclos.
O mecanismo mais citado envolve a influência sobre a prolactina, hormônio produzido pela hipófise, cuja elevação na fase lútea pode se associar a mastalgia e instabilidade emocional. O Vitex atua em receptores relacionados à dopamina, ajudando a reduzir a secreção excessiva de prolactina. Além disso, há hipóteses de que a planta contribua para ajustar a relação entre estrogênio e progesterona, um ponto frequentemente discutido em quadros de TPM mais marcada.
Em ensaios clínicos, extratos de Vitex se associaram à redução de sintomas físicos e emocionais, incluindo dor mamária, inchaço, cefaleia e irritabilidade. Contudo, o uso costuma exigir consistência por dois a três ciclos para avaliação adequada. A orientação profissional é recomendada, especialmente em caso de uso de contraceptivos hormonais, reposição hormonal ou histórico de condições sensíveis a hormônios, para evitar escolhas inadequadas.
Camomila: Acalento Natural Para Corpo e Mente
A Matricaria recutita, a camomila, é uma erva clássica para relaxamento e sono, mas também pode ajudar em desconfortos físicos da TPM. Seu perfil de compostos bioativos, incluindo flavonoides, sustenta efeitos calmantes e antiespasmódicos. Por isso, o chá de camomila aparece como opção acessível para ansiedade, tensão e irritabilidade, além de ser frequentemente usado como suporte em períodos de cólica e desconforto abdominal.
Um dos pontos mais valorizados é a ação antiespasmódica, relevante para cólicas. As contrações uterinas associadas à dor podem ser influenciadas por mediadores inflamatórios, e a camomila é descrita como capaz de reduzir espasmos e favorecer relaxamento muscular. Em estudos clínicos, o consumo regular de camomila foi associado à redução da intensidade das cólicas e a menor necessidade de analgésicos em parte das participantes, com um perfil de uso geralmente bem tolerado.
No componente emocional, a camomila é citada por interagir com vias relacionadas ao GABA, favorecendo um estado de tranquilidade e ajudando na qualidade do sono. Isso é útil quando a TPM se associa a agitação mental, dificuldade de desligar e sono fragmentado. O uso pode ser pontual, conforme necessidade, ou mais frequente nos dias que antecedem a menstruação, respeitando tolerância individual e evitando excessos que prejudiquem o dia a dia.
Erva-de-São-João: Alívio Para a Melancolia da TPM
A Hypericum perforatum, conhecida como Erva-de-São-João ou hipérico, é tradicionalmente usada para sintomas de humor, com maior foco em quadros de depressão leve a moderada. Na TPM, ela aparece como opção quando há tristeza, desânimo, choro fácil e irritabilidade marcante. Seus compostos, como hipericina e hiperforina, são os mais citados em pesquisas e ajudam a explicar por que a planta ganhou fama como suporte natural para o equilíbrio emocional.
O mecanismo descrito com mais frequência envolve a modulação de neurotransmissores, com menções à recaptação de serotonina, dopamina e noradrenalina. Esses mediadores se relacionam a humor, sono e motivação, áreas frequentemente impactadas na fase pré-menstrual. Assim, a planta pode ser considerada em protocolos de suporte emocional, desde que o quadro seja bem caracterizado, pois sintomas intensos e incapacitantes podem sugerir TDPM e demandar avaliação clínica específica.
Apesar do potencial, o hipérico exige cautela por interagir com diversos medicamentos, incluindo anticoncepcionais orais, anticoagulantes e antidepressivos, entre outros. A planta pode alterar o metabolismo de fármacos no fígado, reduzindo eficácia ou aumentando risco de efeitos adversos. Por isso, o uso deve ser discutido com profissional de saúde, especialmente quando há medicação de uso contínuo, para manter segurança e evitar decisões que causem prejuízo terapêutico.
Ginkgo Biloba: Circulação e Bem-Estar na TPM
O Ginkgo biloba é mais conhecido por associações com memória e circulação, mas também é discutido em sintomas de TPM ligados a congestão, dor mamária e cefaleia. Seus flavonoides e terpenoides aparecem como base para efeitos antioxidantes e vasoativos, contribuindo para um fluxo sanguíneo mais eficiente e para modulação de processos inflamatórios. Em protocolos naturais, o Ginkgo costuma ser considerado quando os sintomas se concentram em inchaço e desconfortos circulatórios.
A melhora do fluxo sanguíneo e a redução da viscosidade são citadas como aspectos relevantes para dores de cabeça e sensação de peso nas pernas, que podem piorar na fase lútea. Há estudos clínicos sugerindo redução de sintomas congestivos, como sensibilidade mamária e inchaço abdominal, em parte das participantes. Contudo, a resposta pode variar, e a adequação depende de histórico pessoal, medicações em uso e tolerância individual ao extrato.
Como ponto de segurança, o Ginkgo tem propriedades antiplaquetárias e pode aumentar risco de sangramento quando combinado com anticoagulantes ou antiplaquetários. Por isso, a orientação profissional é importante, sobretudo em pessoas com distúrbios hemorrágicos, uso de aspirina, varfarina ou fármacos similares. Além disso, para avaliação realista, a estratégia deve ser mantida por tempo suficiente, evitando alternâncias que dificultem observar tendência de melhora ao longo de ciclos consecutivos.
Lavanda: Serenidade Para a TPM
A Lavandula officinalis, a lavanda, é amplamente associada a relaxamento e manejo de estresse, sendo muito usada em aromaterapia. Na TPM, seu uso costuma focar sintomas emocionais como ansiedade, irritabilidade e dificuldade para dormir. Os compostos voláteis, com destaque para o linalol e o acetato de linalila, são frequentemente citados como base para um efeito calmante, especialmente quando a prática é integrada a um ritual de desaceleração no fim do dia.
Em aromaterapia, a inalação do óleo essencial é descrita como capaz de favorecer relaxamento e reduzir tensão, ajudando a quebrar o ciclo de ruminação e agitação mental comum na fase pré-menstrual. Isso pode ser útil quando o sono se torna superficial ou irregular, pois o descanso ruim tende a amplificar dor e reatividade emocional. O uso pode ocorrer em difusores, em banhos mornos ou em rotinas noturnas, priorizando consistência e ambiente tranquilo.
Além do componente emocional, a lavanda é discutida como suporte para dores, especialmente quando usada topicamente com diluição adequada e associada a massagem. Esse cuidado pode ser usado em região abdominal para cólicas ou em pontos de tensão associados a cefaleia. Contudo, é importante respeitar diluição, evitar contato com mucosas e observar sensibilidade cutânea, mantendo o óleo essencial como recurso complementar e não como substituto de avaliação quando a dor é intensa.
Magnésio: Mineral Essencial Para Relaxamento e Cólica
O magnésio participa de centenas de reações enzimáticas e tem papel importante na função muscular e nervosa, áreas diretamente relacionadas aos sintomas de TPM. Alterações hormonais ao longo do ciclo podem influenciar a disponibilidade do mineral, e níveis insuficientes são frequentemente discutidos como fator que amplifica irritabilidade, ansiedade, tensão muscular e cólicas. Por isso, aumentar a ingestão alimentar ou considerar suplementação se tornou uma estratégia comum em abordagens integrativas para TPM.
No alívio das cólicas, o magnésio é descrito como modulador de canais de cálcio e como elemento que favorece relaxamento da musculatura lisa, ajudando a reduzir contrações dolorosas. Além disso, existe discussão sobre seu papel na regulação de mediadores inflamatórios associados à dor. Em estudos, a suplementação foi associada à melhora de sintomas de humor e de desconfortos físicos, incluindo retenção de líquidos e inchaço, embora a resposta dependa de dose, forma e perfil individual.
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No sistema nervoso, o magnésio é relevante para vias relacionadas ao GABA, contribuindo para um efeito calmante, e também é citado na síntese de serotonina, associada a bem-estar. Muitas abordagens consideram a combinação com vitamina B6, que pode apoiar utilização do magnésio e contribuir para sintomas emocionais. Em paralelo, fontes alimentares como folhas verdes, nozes, sementes e grãos integrais ajudam a sustentar níveis adequados, reforçando o valor de uma estratégia nutricional consistente.
Uxi Amarelo e Unha de Gato: Dupla Amazônica na Saúde Feminina
O Uxi Amarelo (Endopleura uchi) e a Unha de Gato (Uncaria tomentosa) são duas plantas associadas à medicina tradicional amazônica e aparecem frequentemente em uso combinado. Embora o destaque popular recaia sobre suporte à saúde uterina, a dupla também é mencionada em protocolos voltados a desconfortos do ciclo, incluindo cólicas e sensação de inflamação. Em geral, a proposta do uso conjunto é explorar sinergia, com ações complementares em processos inflamatórios e sintomas associados.
O Uxi Amarelo costuma ser citado por propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e diuréticas, o que pode ser relevante para dor e retenção de líquidos na fase pré-menstrual. A ação diurética é frequentemente lembrada como suporte para inchaço e sensação de peso, enquanto o foco uterino é descrito como parte do raciocínio tradicional de “organizar o terreno” do ciclo. Ainda assim, a adequação depende de contexto individual, histórico e tolerância ao preparo.
A Unha de Gato é conhecida por ação anti-inflamatória e por modulação da resposta imune, pontos que podem ajudar quando cólicas e dor são percebidas como mais intensas. A combinação das duas plantas, em chás ou protocolos tradicionais, costuma ser tratada como um cuidado integrativo, mas não deve ser usada sem critério. Por envolver plantas de ação relevante, a orientação profissional é importante, especialmente se houver uso de medicamentos contínuos, histórico de condições específicas ou necessidade de acompanhamento próximo.
Vitamina B6 e Zinco: Nutrientes Para Humor e Regulação
A vitamina B6 (piridoxina) e o zinco aparecem com frequência em estratégias nutricionais para TPM, sobretudo quando os sintomas de humor são predominantes. A proposta é apoiar vias neuroquímicas ligadas a bem-estar e reduzir vulnerabilidades nutricionais que intensificam irritabilidade, ansiedade e queda de energia. Em muitos protocolos, esses nutrientes são avaliados em conjunto com magnésio, pois a intervenção costuma ser mais efetiva quando a base alimentar e o sono também são ajustados.
A vitamina B6 é descrita como coenzima na conversão de triptofano em serotonina, neurotransmissor ligado a estabilidade emocional e sono. Em períodos pré-menstruais, quando há maior oscilação de humor, a adequação de B6 é discutida como suporte para manter essa via funcionando de forma mais eficiente. Além disso, a B6 é lembrada em rotinas por seu possível impacto na retenção de líquidos, contribuindo com uma abordagem que não depende apenas de um único mecanismo.
O zinco atua em múltiplas enzimas e é citado por participação na regulação hormonal e na modulação de processos inflamatórios. Em algumas discussões, níveis mais baixos são observados em mulheres com TPM mais intensa, o que sustenta a hipótese de benefício com correção nutricional. Contudo, a suplementação deve respeitar doses adequadas, pois excesso pode causar efeitos indesejados. A estratégia mais segura é combinar dieta consistente, avaliação individual e orientação profissional quando houver necessidade de suplementar.
Perguntas Frequentes Sobre TPM
Quanto Tempo Leva Para os Remédios Naturais Fazerem Efeito?
O tempo varia conforme o objetivo e o tipo de intervenção. Em abordagens de reequilíbrio hormonal, como Vitex, costuma-se considerar dois a três ciclos para perceber mudanças mais consistentes. Em medidas de ação mais imediata, como camomila para cólicas ou lavanda para tensão, o alívio pode surgir em minutos ou horas. Contudo, a consistência e o registro de sintomas ajudam a avaliar tendência real sem conclusões precipitadas.
Posso Combinar Diferentes Remédios Naturais Para a TPM?
Em muitos casos, combinações fazem sentido quando miram sintomas diferentes, como Vitex para regulação de longo prazo, camomila para cólica e lavanda para ansiedade. Contudo, nem toda combinação é segura, especialmente quando há plantas com potencial de interação medicamentosa, como Erva-de-São-João, ou risco de sangramento, como Ginkgo. Por isso, a orientação profissional é prudente para alinhar doses, duração e evitar sobreposições problemáticas.
Existem Contraindicações ou Efeitos Colaterais?
Sim, e esse é um ponto central para uso responsável. Remédios naturais podem interagir com medicamentos, piorar condições específicas ou causar efeitos adversos em doses inadequadas. Erva-de-São-João pode reduzir eficácia de fármacos, Ginkgo pode aumentar risco de sangramento em alguns contextos, e Vitex pode não ser adequado em uso concomitante com terapias hormonais. Gestantes, lactantes e pessoas com condições crônicas devem buscar avaliação antes de iniciar qualquer protocolo.
A Alimentação Pode Influenciar os Sintomas da TPM?
A alimentação influencia de forma direta e indireta, sobretudo via inflamação, estabilidade glicêmica, sono e microbiota. Em geral, reduzir ultraprocessados, excesso de açúcar e sal pode ajudar a diminuir retenção de líquidos e irritabilidade, enquanto aumentar alimentos ricos em magnésio, cálcio e vitaminas do complexo B tende a apoiar o sistema nervoso e muscular. Uma dieta anti-inflamatória e consistente costuma ter efeito cumulativo, com melhora mais visível ao longo de ciclos consecutivos.
Quando Devo Procurar um Médico Para os Sintomas da TPM?
Procure avaliação quando os sintomas forem severos, incapacitantes ou quando houver prejuízo relevante no trabalho, nos relacionamentos e na rotina. Sinais de humor muito intensos, desesperança persistente ou ideias de automutilação exigem atenção imediata, pois podem indicar TDPM ou outro quadro que precisa de abordagem específica. Mesmo quando a preferência é por manejo natural, uma avaliação clínica ajuda a descartar causas associadas e a orientar um plano seguro.
Aromaterapia com Óleos Essenciais é Eficaz Para a TPM?
A aromaterapia pode ser útil, principalmente para sintomas emocionais como ansiedade, irritabilidade e insônia, e também como suporte em cólicas quando associada a massagem com óleo carreador. Óleos como lavanda e camomila romana são citados por favorecer relaxamento e reduzir tensão. Contudo, a eficácia tende a ser maior quando a prática é consistente e integrada a hábitos de sono e redução de estímulos. É importante respeitar diluição e sensibilidade individual.
Suplementos Vitamínicos e Minerais São Realmente Necessários?
Nem sempre, mas podem ser decisivos quando há deficiência ou ingestão insuficiente por longos períodos. Magnésio, vitamina B6, cálcio e vitamina D aparecem com frequência em estudos e na prática clínica por associações com humor, cólicas e retenção de líquidos. Contudo, suplementação deve considerar dose, forma, tolerância e histórico de saúde, para evitar excessos e efeitos adversos. Idealmente, a decisão é guiada por sintomas, dieta e orientação profissional.
Qual a Diferença Entre TPM e Transtorno Disfórico Pré-Menstrual (TDPM)?
A diferença central é a gravidade e a predominância de sintomas emocionais. A TPM pode envolver sintomas físicos e emocionais em intensidade leve a moderada, enquanto o TDPM é mais severo e causa prejuízo significativo, com humor deprimido, raiva intensa, ansiedade extrema e perda de interesse. O TDPM exige critérios específicos e abordagem mais estruturada, que pode incluir psicoterapia e, em alguns casos, medicação. Uma avaliação clínica ajuda a diferenciar e orientar o cuidado.
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