Lasora: O Segredo da Planta Para Aliviar Tosse e Inflamação

Cordia dichotoma - CLÚSIA; LASORA
Publicado e Revisado Clinicamente Por Equipe Editorial Medicina Natural
Atualizado em 28/02/2026

A lasora, nome pelo qual a Cordia dichotoma G.Forst. é mais conhecida na literatura científica em língua portuguesa, é uma árvore de notável importância medicinal com raízes fincadas nas regiões tropicais do continente asiático. Também chamada de cereja-indiana, esta planta ocupa um lugar de destaque na medicina ayurvédica há séculos, sendo reverenciada por suas múltiplas aplicações terapêuticas. Suas diversas partes, desde a casca até os frutos, são utilizadas para tratar uma vasta gama de condições de saúde, com especial reconhecimento para os problemas do trato respiratório, inflamações e distúrbios digestivos.

O interesse científico pela lasora tem crescido consideravelmente nas últimas décadas, à medida que a pesquisa farmacológica moderna valida os seus usos consagrados pela tradição ayurvédica. Os compostos bioativos da planta, incluindo flavonoides, taninos, saponinas e mucilagem, demonstraram atividades anti-inflamatória, analgésica, antimicrobiana, antioxidante e antidiabética em estudos experimentais. Esta convergência entre o saber ancestral e a ciência contemporânea posiciona a Cordia dichotoma como um objeto de estudo relevante no campo da fitoterapia e da medicina integrativa.

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O Que é a Lasora (Cordia dichotoma)?

Morfologia, Distribuição e Habitat

A lasora (Cordia dichotoma) é classificada como uma árvore de porte médio, pertencente à família Boraginaceae. Nativa de áreas com clima tropical e subtropical, encontra condições ideais para o seu desenvolvimento no subcontinente indiano e em partes do Sudeste Asiático. Em seu habitat natural, a árvore pode atingir até 12 metros de altura, com copa densa e galhos que se espalham amplamente, proporcionando sombra generosa. A planta adapta-se bem a solos variados e é resistente às condições de climas quentes.

Frutos, Folhas e Versatilidade da Planta

Os frutos da lasora são drupas globosas de coloração amarelada na maturação, tornando-se pegajosos e translúcidos, com uma polpa gelatinosa e adocicada que envolve uma única semente. As folhas são ovais, dispostas de forma alternada nos galhos, com textura ligeiramente áspera ao toque. Praticamente todas as partes da planta, incluindo casca, folhas, frutos e sementes, encontram alguma aplicação terapêutica, enquanto a madeira resistente da árvore é empregada na confecção de ferramentas agrícolas e artesanato.

Nomenclatura Popular e Científica

Nomes Regionais e Classificação Botânica

A lasora é conhecida por uma multiplicidade de nomes populares que refletem a sua ampla distribuição geográfica. Na Índia, os nomes mais comuns são Lasura, Gunda e Bhokar. Em contextos científicos de língua portuguesa, “lasora” e “cereja-indiana” são as designações mais utilizadas, a segunda como tradução de “Indian cherry”, nome pelo qual a planta aparece em diversas publicações internacionais. Do ponto de vista botânico, o seu nome científico correto e universalmente aceito é Cordia dichotoma G.Forst.

Família Botânica e Sinônimos

A família Boraginaceae, à qual a lasora pertence, inclui outras plantas conhecidas como o confrei (Symphytum officinale) e a borragem (Borago officinalis), que frequentemente compartilham características morfológicas como a presença de pelos nas folhas e caules e inflorescências escorpioides. Nomes como Cordia myxa e Cordia obliqua são por vezes citados em literaturas mais antigas como sinônimos, mas estudos taxonômicos recentes os diferenciam como espécies distintas, embora relacionadas. A classificação correta é essencial para a identificação precisa dos compostos ativos.

A Confusão com o Gênero Clusia

Diferenças Morfológicas e Botânicas

É bastante comum que ocorra uma confusão entre a lasora (Cordia dichotoma) e as plantas do gênero Clusia. O nome popular “Clúsia” é, de maneira equivocada, frequentemente atribuído à lasora em diversas regiões. No entanto, Clusia é um gênero botânico completamente distinto, classificado na família Clusiaceae, que não possui relação de parentesco com a Boraginaceae. As plantas do gênero Clusia, como a Clusia rosea, geralmente apresentam folhas muito mais espessas, rígidas e de textura coriácea, com flores maiores e de grande apelo ornamental.

Riscos da Identificação Incorreta

A lasora, por outro lado, possui folhas mais finas e delicadas, e os seus frutos pegajosos são uma característica distintiva e inconfundível. Essa confusão de nomes populares pode levar a erros perigosos de utilização medicinal, pois as propriedades terapêuticas de cada planta são completamente distintas, resultado de composições fitoquímicas únicas. Utilizar uma planta pela outra pode não apenas deixar de gerar o efeito terapêutico desejado, como também causar reações adversas inesperadas. A identificação botânica correta, realizada por um especialista ou com base em fontes confiáveis, é a única garantia para o uso seguro.

Principais Componentes Fitoquímicos

Flavonoides, Taninos e Saponinas

A riqueza medicinal da lasora é um reflexo direto de sua complexa composição fitoquímica. Alcaloides, flavonoides, saponinas, taninos e terpenoides são encontrados em abundância nas suas diferentes partes, atuando de forma isolada ou sinérgica. Os flavonoides, como a quercetina, o kaempferol e a rutina, são particularmente notáveis: possuem potentes propriedades antioxidantes, que combatem os danos causados pelos radicais livres, e anti-inflamatórias, fundamentais para aliviar dores, inchaços e outros sintomas de processos inflamatórios crônicos.

Mucilagem, Compostos Fenólicos e Distribuição por Partes

Os taninos, encontrados em altas concentrações principalmente na casca da árvore, conferem a propriedade adstringente da lasora, útil no tratamento de diarreias. A mucilagem, substância gelatinosa abundante nos frutos, confere efeito demulcente, suavizando e protegendo as membranas mucosas irritadas e sendo excelente para aliviar tosse, dor de garganta e irritação gástrica. É importante ressaltar que cada parte da planta, sejam as folhas, os frutos, a casca ou as sementes, possui uma composição química específica e distinta.

Propriedades Medicinais da Lasora

Ação Anti-inflamatória e Analgésica

A lasora possui diversas propriedades medicinais que têm sido objeto de crescente interesse científico. A atividade anti-inflamatória é, sem dúvida, uma das mais importantes e bem documentadas: extratos de diferentes partes da planta demonstraram, em modelos experimentais, a capacidade de reduzir significativamente os marcadores de inflamação, tornando-a uma candidata promissora para o tratamento de artrite e outras condições inflamatórias crônicas. A ação analgésica também foi comprovada, com a planta inibindo a produção de prostaglandinas e outros mediadores responsáveis pela sensação de dor.

Atividade Antimicrobiana e Antifúngica

A lasora também exibe uma notável atividade antimicrobiana e antifúngica. Extratos das suas folhas e, principalmente, da casca mostraram ser capazes de inibir o crescimento de diversas espécies de bactérias e fungos patogênicos, justificando o seu uso tradicional no tratamento de infecções cutâneas, feridas e úlceras. A presença de taninos e flavonoides na composição química contribui significativamente para essa ação protetora. A pesquisa científica continua a explorar ativamente o potencial da Cordia dichotoma como agente terapêutico multifuncional.

Usos Tradicionais e Etnobotânicos

Medicina Ayurvédica e Aplicações Respiratórias

O uso da lasora na medicina popular e na Ayurveda é vasto e diversificado. A planta é classicamente utilizada como expectorante e demulcente: o xarope preparado com os seus frutos pegajosos é um remédio consagrado para aliviar a tosse, a bronquite e os sintomas da asma. A decocção da casca é frequentemente empregada para tratar febres de diversas origens, enquanto as folhas são comumente aplicadas topicamente, em forma de cataplasmas, para tratar úlceras, feridas e erupções cutâneas, acelerando a cicatrização e prevenindo infecções secundárias.

Usos Culinários, Forragem e Aplicações Práticas

Além do uso medicinal, a lasora possui diversas aplicações práticas que demonstram a sua importância para as culturas locais. Os seus frutos são utilizados na culinária para fazer picles, conservas e sobremesas, enquanto a polpa atua como um laxante suave que regula o trânsito intestinal sem causar cólicas. A madeira resistente da árvore é empregada na fabricação de ferramentas agrícolas e artesanato, e as folhas servem como nutritiva forragem para o gado em muitas regiões rurais. Esta multiplicidade de usos evidencia o quão integrada a lasora é à subsistência das comunidades locais.

Ação Antioxidante e Potencial Antienvelhecimento

Neutralização de Radicais Livres e Proteção Celular

Um dos benefícios mais significativos da lasora é a sua potente ação antioxidante. A planta é rica em compostos fenólicos, especialmente flavonoides, capazes de neutralizar os radicais livres que causam stress oxidativo, um processo ligado ao envelhecimento celular e ao desenvolvimento de doenças crônicas como câncer, doenças cardíacas e neurodegenerativas. Ao combater esses agentes, a Cordia dichotoma ajuda a proteger as células do corpo contra danos ao ADN, às proteínas e às membranas celulares.

Pele, Saúde Cardiovascular e Neuroproteção

O potencial antienvelhecimento da lasora deriva diretamente da sua capacidade antioxidante: ao proteger fibroblastos responsáveis pela produção de colágeno, os seus extratos podem ajudar a retardar sinais visíveis do envelhecimento da pele. No sistema cardiovascular, a ação antioxidante pode reduzir a oxidação do colesterol LDL, um passo crucial na formação de placas de aterosclerose. No cérebro, a proteção contra o dano oxidativo pode ajudar a prevenir o declínio cognitivo associado à idade, contribuindo para um envelhecimento mais saudável.

Efeitos Benéficos no Sistema Digestivo

Mucilagem, Constipação e Proteção Gástrica

A lasora oferece uma gama de benefícios para o sistema digestivo. A polpa dos frutos, rica em mucilagem, atua como um laxante de volume suave: ao absorver água no intestino, forma um gel que amolece as fezes e aumenta o seu volume, facilitando a evacuação de forma natural e sem causar cólicas ou dependência. A propriedade demulcente da mucilagem também é benéfica para o estômago, revestindo a mucosa gástrica com uma camada protetora que alivia a irritação causada pelo excesso de ácido, sendo útil no manejo de gastrite e azia.

Taninos, Diarreia e Ação Dual da Planta

Por outro lado, a casca da lasora, rica em taninos, possui efeito adstringente valioso no tratamento da diarreia: os taninos atuam contraindo os tecidos da parede intestinal, reduzindo a secreção excessiva de fluidos e a motilidade intestinal, controlando os episódios diarreicos. A planta exibe assim uma ação dual notável, sendo capaz de tratar tanto a constipação (com os frutos) quanto a diarreia (com a casca), demonstrando a versatilidade da lasora como recurso para a saúde digestiva. As propriedades antiulcerogênicas estão também sob investigação.

Potencial Antidiabético e Controle Glicêmico

Inibição de Enzimas Digestivas e Absorção de Glicose

Pesquisas recentes têm explorado o potencial antidiabético da lasora, com resultados promissores. Estudos em modelos animais demonstraram que os extratos das folhas e da casca da planta podem ajudar a reduzir os níveis de glicose no sangue através de diferentes mecanismos. Um dos mecanismos propostos é a inibição de enzimas digestivas como a alfa-amilase e a alfa-glicosidase, responsáveis pela quebra de carboidratos em açúcares simples. Ao inibir a sua ação, a lasora retarda a absorção de glicose, resultando numa elevação mais lenta do açúcar no sangue após as refeições.

Sensibilidade à Insulina e Proteção das Células Beta

Outro mecanismo potencial envolve a melhoria da sensibilidade à insulina e a proteção das células beta do pâncreas, responsáveis pela produção deste hormônio. Graças à sua potente atividade antioxidante, a lasora pode proteger essas células dos danos causados pelos radicais livres, preservando a sua função e melhorando a resposta do corpo à insulina. É fundamental ressaltar, no entanto, que a planta não substitui o tratamento médico convencional para o diabetes e deve ser utilizada apenas como complemento sob orientação profissional, com monitorização regular dos níveis de glicose.

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Segurança, Toxicologia e Efeitos Colaterais

Efeitos Gastrointestinais e Grupos Contraindicados

Embora a lasora seja geralmente considerada segura nas doses terapêuticas recomendadas, existem contraindicações importantes. O uso excessivo, principalmente dos frutos, pode causar diarreia, cólicas e desconforto abdominal. Mulheres grávidas ou em período de amamentação devem evitar o consumo, pois não há estudos suficientes que garantam a segurança para o feto ou o bebê. Pessoas com alergia conhecida a outras plantas da família Boraginaceae, como o confrei ou a borragem, devem ter cautela pelo risco de reatividade cruzada e iniciar o uso com doses baixas.

Interações Medicamentosas e Uso Prolongado

Devido ao seu potencial hipoglicemiante, a lasora pode interagir com medicamentos antidiabéticos, aumentando o risco de hipoglicemia. O seu efeito sobre o sistema digestivo pode também alterar a absorção de outros fármacos. O uso prolongado e ininterrupto sem acompanhamento profissional não é recomendado, pois pode sobrecarregar órgãos como o fígado e os rins. É absolutamente fundamental que qualquer pessoa em uso de medicamentos contínuos consulte um médico ou farmacêutico antes de iniciar o uso da planta, evitando a automedicação.

Guia de Cultivo, Colheita e Armazenamento

Propagação, Cultivo e Colheita Sustentável

A lasora adapta-se bem a climas tropicais e subtropicais, preferindo solos bem drenados e boa exposição solar. A propagação pode ser feita tanto por sementes quanto por estacas de galhos semi-lenhosos. As folhas podem ser colhidas durante todo o ano, sendo mais potentes quando jovens e frescas. Os frutos devem ser colhidos completamente maduros, com coloração amarelada e textura macia e pegajosa. A casca deve ser retirada de galhos mais grossos preferencialmente na primavera, quando a seiva está mais ativa, sempre de forma sustentável para não prejudicar a saúde da árvore.

Secagem, Conservação e Validade dos Compostos Ativos

O armazenamento adequado é crucial para preservar as propriedades medicinais da lasora. As folhas e a casca devem ser secas à sombra, em local arejado e protegido da luz solar direta, até que se tornem quebradiças. Depois de secas, devem ser armazenadas em potes de vidro escuro, bem fechados, para protegê-las da luz, umidade e do ar. Os frutos podem ser usados frescos para xaropes ou conservas, e a polpa pode ser desidratada para uso posterior. Seguindo essas orientações, é possível manter a qualidade da colheita por vários meses.

Perguntas Frequentes sobre a Lasora

A Lasora Realmente Ajuda a Emagrecer?

Não existem evidências científicas diretas e robustas que comprovem essa alegação. A lasora possui um leve efeito laxativo que pode levar a uma pequena perda de peso inicial devido à eliminação de líquidos e resíduos, mas não atua na queima de gordura corporal. O seu uso não deve ser promovido como solução para o emagrecimento, e qualquer abordagem para controlo de peso deve ser orientada por um profissional de saúde.

Quais São as Principais Contraindicações para o Uso?

Mulheres grávidas ou a amamentar devem evitar a lasora por precaução. Pessoas com histórico de alergia a outras espécies da família Boraginaceae também devem ter cautela. O consumo excessivo, especialmente dos frutos, pode causar distúrbios gastrointestinais como diarreia e cólicas. A consulta a um profissional de saúde antes de iniciar o uso é sempre a recomendação mais segura, especialmente em caso de condições médicas preexistentes.

É Seguro Usar a Lasora com Medicamentos Farmacêuticos?

A possibilidade de interação com medicamentos é real e deve ser levada a sério. A lasora pode potencializar ou reduzir o efeito de certos fármacos, especialmente antidiabéticos e anticoagulantes. É fundamental informar o médico sobre a intenção de usar a Cordia dichotoma, para que ele possa avaliar os riscos e benefícios no caso específico. A automedicação, especialmente em uso concomitante com outros medicamentos, não é uma prática recomendada.

Qual É a Maneira Mais Eficaz de Consumir a Lasora?

A melhor forma de consumo depende do objetivo do tratamento. Para condições respiratórias, como tosse e irritação na garganta, o xarope dos frutos ou a infusão das folhas são as formas mais indicadas. No caso de tratamento de febres, a decocção da casca é tradicionalmente mais eficaz. Já para problemas de pele, o uso tópico em cataplasmas é o mais adequado. Siga sempre as orientações de um especialista em fitoterapia para obter os melhores resultados com segurança.

Crianças Podem Fazer Uso da Lasora com Segurança?

O uso de qualquer planta medicinal em crianças deve ser feito com muita cautela. As dosagens precisam ser cuidadosamente ajustadas para o peso e a idade da criança, o que só pode ser determinado por um profissional qualificado. A supervisão de um pediatra ou de um fitoterapeuta experiente é indispensável. Nunca administre plantas medicinais a crianças sem a devida orientação profissional, pois o organismo infantil é mais sensível aos efeitos dos compostos bioativos.

Onde É Possível Encontrar a Lasora para Comprar?

A lasora e os seus derivados podem ser encontrados em lojas especializadas em produtos naturais e ervanários, bem como em viveiros de plantas medicinais para cultivo próprio. A compra em lojas online é também uma opção cada vez mais viável. Ao comprar, certifique-se de adquirir de fornecedores confiáveis e de boa reputação, que garantam a qualidade, a procedência e a correta identificação botânica do material, para evitar confusões com outras espécies.

O Uso Contínuo e Prolongado da Lasora Pode Fazer Mal?

O uso prolongado e ininterrupto da lasora não é recomendado sem acompanhamento profissional. Como qualquer substância com atividade biológica, pode a longo prazo sobrecarregar órgãos como o fígado e os rins. É aconselhável fazer pausas periódicas durante o tratamento. Um profissional de saúde qualificado poderá definir o tempo de uso seguro e a necessidade de pausas, de acordo com a condição específica de cada pessoa.

A Lasora Possui Efeito Calmante ou Serve para a Ansiedade?

Até ao momento, não há estudos científicos que comprovem a eficácia da lasora para o tratamento da ansiedade ou que indiquem um efeito calmante significativo. As suas propriedades medicinais, conforme a ciência atual, estão focadas nas ações anti-inflamatória, analgésica, expectorante e antidiabética. Para tratar a ansiedade, plantas como a passiflora, a melissa e a valeriana possuem um corpo de evidências mais sólido e são mais indicadas pelos especialistas.

Referências e Estudos Científicos

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