Afrodisíacos

Cipó-Cravo: Para Que Serve, Benefícios e Como Preparar

Conheça os benefícios, efeitos colaterais e propriedades medicinais do chá de cipó-cravo (Tynnanthus fasciculatus), planta nativa da Mata Atlântica.

Por Conselho Editorial16 Min de Leitura
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Tynnanthus fasciculatus - Cipó-cravo
Cipó-cravo (Tynnanthus fasciculatus) em seu habitat natural, planta medicinal utilizada na medicina tradicional brasileira para diversos fins terapêuticos.

O cipó-cravo, também conhecido como cipó-trindade e, em inglês, clove vine, é cientificamente chamado de Tynnanthus fasciculatus e pertence à família Bignoniaceae.

Sua origem remonta à Mata Atlântica brasileira, onde cresce como uma liana, a trepadeira lenhosa que se entrelaça nas árvores em busca de luz. O nome popular mais difundido deriva do aroma de suas folhas e cascas, que lembra o do cravo-da-índia. Por isso, a planta ganhou destaque na cultura popular e, principalmente, na medicina tradicional das regiões onde ocorre.

Na medicina popular, o cipó-cravo é frequentemente utilizado como remédio caseiro para uma ampla gama de finalidades. Além do uso tradicional para problemas digestivos e como tônico geral, sua fama como afrodisíaco natural é amplamente difundida. As comunidades locais da Mata Atlântica, detentoras de conhecimento etnobotânico transmitido através de gerações, mantiveram esse saber vivo e relevante ao longo do tempo. O chá da casca, preparado por decocção, é a forma de consumo mais tradicional.

A ciência moderna tem demonstrado interesse crescente por essa planta. Pesquisadores brasileiros investigam seus compostos ativos buscando validar os usos tradicionais e identificar novas aplicações terapêuticas. Estudos fitoquímicos e farmacológicos já apontam propriedades importantes, confirmando em parte o que o conhecimento popular já indicava. Assim, tradição e ciência se encontram em torno de uma planta que segue sendo, sobretudo, objeto de pesquisa preliminar.

Sumário do Artigo
  1. O Que é o Cipó-Cravo
  2. História e Uso Tradicional na Cultura Brasileira
  3. Composição Fitoquímica do Cipó-Cravo
  4. Propriedades Afrodisíacas e Estímulo Sexual
  5. Benefícios Para o Sistema Digestivo
  6. Ação Analgésica e Anti-Inflamatória
  7. Contraindicações e Efeitos Colaterais
  8. Formas de Uso e Preparo do Chá de Cipó-Cravo
  9. Cultivo e Coleta Sustentável
  10. Perguntas Frequentes Sobre o Cipó-Cravo (FAQ)

O Que é o Cipó-Cravo

O cipó-cravo é nativo do Brasil e prospera especificamente no bioma da Mata Atlântica. Sua estrutura é a de uma trepadeira lenhosa, capaz de atingir grandes comprimentos ao subir em outras árvores em busca de luz solar. As folhas são compostas, geralmente trifolioladas, com coloração verde intensa. O aroma de cravo, que lhe confere o nome popular, é liberado quando as folhas ou a casca do caule são maceradas ou raspadas.

Botanicamente, a planta se destaca por flores brancas ou amareladas, agrupadas em inflorescências. Os frutos são cápsulas longas e achatadas, contendo sementes aladas dispersas pelo vento. A espécie é mais comum na região Sudeste do Brasil, fazendo parte da flora nativa de estados como Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, onde é coletada por comunidades locais há muitas gerações.

História e Uso Tradicional na Cultura Brasileira

O uso do cipó-cravo na medicina popular remonta a séculos. Comunidades indígenas e, posteriormente, populações caboclas e rurais foram pioneiras em sua utilização, descobrindo suas propriedades de forma empírica, através da observação e da experimentação. O conhecimento sobre como e quando usar a planta foi transmitido oralmente entre gerações, de curandeiros para aprendizes.

Tradicionalmente, a casca era usada para tratar dores de estômago e outros distúrbios digestivos, além de servir como vermífugo natural contra parasitas intestinais. A aplicação como estimulante geral e como afrodisíaco também é antiga e bastante difundida, assim como o emprego da planta com finalidade antirreumática e fortificante. Relatos históricos indicam ainda seu uso em banhos e garrafadas, além do tradicional chá por decocção.

O uso vermífugo é, aliás, um dos poucos que já foram testados experimentalmente. Um estudo de Amorim e colaboradores avaliou a influência da casca do caule sobre a eliminação de Vampirolepis nana e de oxiurídeos em camundongos, dentro de uma série de pesquisas sobre ação anti-helmíntica de plantas. Trata-se de um trabalho em modelo animal, sem equivalente clínico em humanos até o momento.

Composição Fitoquímica do Cipó-Cravo

Estudos fitoquímicos revelaram uma composição química rica na casca do cipó-cravo. Entre os compostos identificados, destacam-se os flavonoides e os taninos. Os flavonoides atuam como antioxidantes, neutralizando radicais livres, e são associados também a atividade anti-inflamatória. Os taninos, em especial os taninos condensados, são conhecidos por propriedades adstringentes, anti-inflamatórias e cicatrizantes.

A planta apresenta ainda açúcares redutores e saponinas, estas últimas associadas na literatura a ações expectorante e anti-inflamatória. Esteroides e triterpenos também já foram identificados em sua composição. Essa combinação de substâncias é apontada como a principal responsável pelos efeitos relatados no uso tradicional, com cada composto contribuindo, isolada ou sinergicamente, para diferentes ações no organismo.

Propriedades Afrodisíacas e Estímulo Sexual

O cipó-cravo é reconhecido, sobretudo na tradição popular, por suas propriedades afrodisíacas. A explicação mais repetida na literatura popular atribui o efeito a uma melhora da circulação sanguínea na região pélvica, embora nenhum estudo publicado sobre a espécie tenha documentado ação vasodilatadora, e o mecanismo siga sem comprovação. Relatos tradicionais associam a planta a ereções mais firmes nos homens e a aumento da libido e da sensibilidade nas mulheres.

O Que Dizem os Estudos em Animais

Estudos em modelos animais corroboram parcialmente essa ação estimulante. Uma pesquisa conduzida por Melo e colaboradores avaliou os efeitos da infusão da planta no parênquima testicular de ratos Wistar adultos, com a dose de 200 mg por animal ao dia.

O trabalho encontrou aumento no peso dos testículos e no volume e no comprimento total dos túbulos seminíferos, estruturas onde ocorre a produção de espermatozoides. A produção diária total de espermatozoides e a eficiência da espermatogênese, medida pela produção por grama de testículo, também foram maiores no grupo tratado.

Esses achados sugerem um efeito na fisiologia reprodutiva masculina que vai além do estímulo sexual. Ainda assim, trata-se de pesquisa em animais: estudos em humanos seguem necessários para confirmar qualquer relevância clínica.

Benefícios Para o Sistema Digestivo

O apoio à digestão é um dos usos tradicionais mais citados do cipó-cravo. A planta é empregada popularmente para aliviar desconfortos gástricos e intestinais, incluindo a má digestão, conhecida tecnicamente como dispepsia, e a sensação de inchaço abdominal. As propriedades carminativas atribuídas aos óleos essenciais presentes na casca são apontadas, na tradição popular, como responsáveis por ajudar na eliminação de gases intestinais.

O chá da casca, preparado por decocção, é a forma mais comum de uso para esse fim. Na tradição popular, ele proporciona alívio para dores de estômago e cólicas, e é usado ainda como coadjuvante em casos leves de gastrite, pela ação calmante atribuída sobre a mucosa gástrica. Bases de dados de plantas úteis registram para a espécie usos estomáquico e tônico, além de propriedades antidiarreicas, sempre no campo do emprego tradicional. Estudos clínicos específicos sobre esse uso digestivo, porém, ainda são escassos na literatura científica.

Ação Analgésica e Anti-Inflamatória

As propriedades analgésicas do cipó-cravo são valorizadas na medicina popular para dores de diversas origens, das articulares às musculares. Pessoas que convivem com artrite e artrose relatam, na tradição popular, melhora nos sintomas de dor e rigidez com o uso da planta. A ação anti-inflamatória atribuída aos flavonoides presentes na casca é apontada como parte do mecanismo por trás desse efeito relatado.

Relatos tradicionais mencionam ainda diminuição de inchaço e vermelhidão nas áreas afetadas, sinais clássicos do processo inflamatório. O uso consistente, seja em chá ou extrato, é associado na tradição a mais conforto e mobilidade para quem convive com dores crônicas. Essas propriedades, porém, derivam principalmente de uso tradicional e de estudos preliminares in vitro ou em modelos animais, e não substituem o acompanhamento médico no tratamento de condições inflamatórias crônicas.

Contraindicações e Efeitos Colaterais

O cipó-cravo costuma ser bem tolerado nos relatos de uso tradicional, nas quantidades habitualmente empregadas, embora faltem estudos de segurança conduzidos em humanos. O consumo excessivo ou prolongado pode causar desconfortos gastrointestinais, como irritação estomacal ou náuseas. A alta concentração de taninos na casca pode, em alguns casos, provocar constipação ou dificultar a absorção de certos nutrientes.

Alguns grupos devem evitar o uso da planta ou consultar um profissional de saúde antes de iniciar o consumo:

  • Crianças, pela ausência de estudos sobre segurança e dosagem na faixa etária pediátrica
  • Gestantes e lactantes, já que não há estudos de segurança nessa população e as substâncias da planta podem atravessar a placenta ou passar para o leite materno
  • Pessoas com doenças cardíacas, pela ausência de estudos sobre o efeito da planta nesse grupo
  • Pessoas com doenças hepáticas ou renais preexistentes
  • Usuários de medicamentos de uso contínuo, sobretudo anticoagulantes, anti-hipertensivos e medicamentos para diabetes, pelo risco teórico de interação

Por isso, o acompanhamento de um médico ou fitoterapeuta é sempre recomendado antes de iniciar o uso do cipó-cravo, principalmente para quem já faz uso de outros medicamentos ou tem alguma condição de saúde preexistente.

Formas de Uso e Preparo do Chá de Cipó-Cravo

A forma mais tradicional de consumir o cipó-cravo é o chá preparado por decocção, usando a casca seca do caule. A proporção usual é de uma colher de sopa de casca picada para cada litro de água. A água deve ser levada ao fogo junto com a casca e, após o início da fervura, mantida em fogo baixo por cerca de dez a quinze minutos.

Esse processo de fervura prolongada é necessário para extrair os compostos ativos da casca, que é lenhosa e mais resistente do que folhas. Depois desse período, o chá deve ser desligado, tampado e deixado em infusão por mais dez minutos antes de ser coado. Pode ser consumido quente ou frio, e a recomendação tradicional é de duas a três xícaras por dia, preferencialmente entre as refeições, sem exceder essa dosagem.

Outras Formas de Utilização

Além do chá, o cipó-cravo pode ser encontrado em extrato fluido e tintura, preparações mais concentradas que exigem orientação profissional quanto à dosagem. A tintura é preparada pela maceração da casca em álcool de cereais, enquanto o extrato fluido chega a uma concentração ainda maior.

O pó da casca também pode ser encapsulado, o que oferece consumo prático e dosagem mais precisa. Qualquer que seja a forma escolhida, a procedência e a qualidade da matéria-prima influenciam diretamente o resultado e a segurança do uso.

Cultivo e Coleta Sustentável

O interesse comercial crescente pelo cipó-cravo levanta preocupações sobre a sustentabilidade de sua coleta. A extração predatória na Mata Atlântica pode colocar em risco as populações naturais da planta, já que o bioma é um dos mais ameaçados do país. Um estudo conduzido por Lopes e colaboradores avaliou justamente o crescimento de mudas da espécie, reforçando o potencial do cultivo como alternativa à extração de exemplares silvestres.

Na natureza, a espécie se desenvolve em solos arejados e secos, crescendo preferencialmente à sombra de outras árvores, condições que servem de referência para quem pretende cultivá-la. A planta se adapta bem a sistemas agroflorestais, em consórcio com outras espécies nativas, e o cultivo orgânico, sem uso de agrotóxicos, tende a resultar em matéria-prima de maior pureza.

Técnicas de coleta sustentável envolvem retirar apenas parte da casca e preservar as raízes, permitindo que a planta-mãe se regenere. Incentivar pequenos produtores e comunidades locais a adotar essas práticas é importante para a conservação da espécie e da biodiversidade da Mata Atlântica. A certificação de origem sustentável, por sua vez, agrega valor ao produto e favorece um comércio mais justo com quem coleta.

Perguntas Frequentes Sobre o Cipó-Cravo (FAQ)

O Cipó-Cravo Realmente Funciona Como Afrodisíaco?

O cipó-cravo tem uma longa história de uso como afrodisíaco na medicina popular brasileira. Estudos preliminares em animais corroboram parcialmente essa propriedade, mostrando efeitos na fisiologia reprodutiva. Acredita-se que a planta melhore o fluxo sanguíneo para a região genital, o que poderia beneficiar tanto homens quanto mulheres. Ainda assim, faltam estudos clínicos em humanos, e os resultados relatados na tradição popular podem variar de pessoa para pessoa.

O Cipó-Cravo Emagrece ou Ajuda a Perder Peso?

Um estudo recente em modelo animal encontrou redução no peso de tecido adiposo após o uso de infusão da planta, o que é um achado preliminar interessante. Contudo, não há evidência clínica em humanos que sustente o uso do cipó-cravo com esse objetivo específico. O uso tradicional da planta está associado principalmente aos efeitos digestivos e estimulantes, e uma dieta equilibrada aliada a exercícios físicos continua sendo a base para o emagrecimento saudável.

Qual é o Melhor Horário Para Tomar o Chá de Cipó-Cravo?

O horário ideal depende do objetivo do uso. Para auxiliar na digestão, a recomendação tradicional é tomar uma xícara após as principais refeições, como almoço e jantar. Já para aproveitar os efeitos estimulantes associados à planta, o consumo durante o dia ou no fim da tarde costuma ser mais indicado. Pessoas sensíveis podem preferir evitar o chá muito próximo da hora de dormir, para não afetar a qualidade do sono.

Mulheres Grávidas ou Amamentando Podem Consumir Cipó-Cravo?

Não é recomendado. Assim como a maioria dos fitoterápicos, o cipó-cravo carece de estudos de segurança específicos para gestantes e lactantes. As substâncias presentes na casca podem atravessar a barreira placentária ou passar para o leite materno, com efeitos ainda desconhecidos sobre o feto ou o bebê. Consultar um médico antes de usar qualquer planta medicinal durante a gestação ou a amamentação é sempre recomendado.

Existem Efeitos Colaterais Associados ao Uso do Cipó-Cravo?

A planta costuma ser bem tolerada nos relatos tradicionais, mas faltam estudos de segurança em humanos que permitam afirmar isso com respaldo clínico. Entre os desconfortos já descritos com consumo excessivo e prolongado estão irritação estomacal e náuseas, além de constipação, atribuída à alta concentração de taninos na casca.

Quem tem doenças hepáticas ou renais preexistentes deve ter cautela redobrada e buscar orientação profissional antes do uso. O único estudo toxicológico disponível para a espécie usou o modelo de Artemia salina, um ensaio preliminar que não substitui avaliação de segurança em pessoas.

O Cipó-Cravo Pode Interagir Com Outros Medicamentos?

Sim, como ocorre com muitos fitoterápicos. Pessoas que fazem uso contínuo de medicamentos, sobretudo anticoagulantes, anti-hipertensivos ou remédios para diabetes, devem consultar um profissional de saúde antes de iniciar o uso do cipó-cravo. A planta pode, teoricamente, interferir na absorção, no metabolismo ou na eficácia de certos medicamentos, o que reforça a importância da orientação médica ou farmacêutica.

Crianças Podem Tomar o Chá de Cipó-Cravo Com Segurança?

O uso em crianças não é recomendado. A segurança e a eficácia do uso pediátrico da planta não foram estabelecidas por estudos científicos, e o organismo infantil reage de forma diferente do adulto a compostos vegetais. Por isso, o mais prudente é evitar o uso de fitoterápicos em crianças sem supervisão e recomendação expressa de um pediatra.

Onde Encontrar o Cipó-Cravo de Boa Qualidade?

O cipó-cravo pode ser encontrado em lojas de produtos naturais, físicas ou online, além de ervanarias e mercados especializados em plantas medicinais. A compra pela internet é uma opção cada vez mais comum, com ampla variedade de fornecedores. É importante buscar fornecedores confiáveis, que garantam a procedência do produto e a correta identificação botânica da espécie (Tynnanthus fasciculatus), já que plantas mal identificadas podem comprometer a segurança do uso.

Referências

9 Referências Citadas

Baseado em 9 Referências Citadas (4 Peer-Reviewed, 5 Complementares).

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Estudos Científicos Peer-Reviewed (4)

  1. PMC2010 Melo, F. C. S. A., Matta, S. L. P., Paula, T. A. R., Gomes, M. L. M., & Oliveira, L. C. (2010). “The effects of Tynnanthus fasciculatus (Bignoniaceae) infusion on testicular parenchyma of adult Wistar rats.” Biological Research, 43(4), 445-450. .
  2. DOI2009 Carvalho, C., Matta, S., Melo, F., Andrade, D., Carvalho, L., Nascimento, P., Silva, M., & Rosa, M. (2009). “Cipó-cravo (Tynnanthus fasciculatus Miers-Bignoniaceae): estudo fitoquímico e toxicológico envolvendo Artemia salina.” Revista Eletrônica de Farmácia, 6(1). .
  3. DOI2008 Lopes, M. M. M., Carvalho-Okano, R. M., Souza, A. L., & Paiva, H. N. (2008). “Crescimento de mudas de cipó-cravo (Tynnanthus fasciculatus Miers), uma liana com potencial medicinal.” Revista Árvore, 32(2). .
  4. DOI2015 Cansian, F. C., Merino, F. J. Z., Dias, J. F. G., Zanin, S. M. W., Miguel, O. G., & Miguel, M. D. (2015). “Chemical review and studies related to species from the genus Tynanthus (Bignoniaceae).” Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences, 51(3), 515-523. .

Leituras Complementares (5)

  1. 2025 Ladeira, L. C. M., Damasceno, E. M., Melo, A. L. A. B., Silva, J., Maldonado, I. R. S. C., & Matta, S. L. P. (2025). “Anti-adiposity effect of cipó-cravo (Tynanthus fasciculatus), a vine from the Brazilian Atlantic Forest.” Revista Brasileira de Plantas Medicinais, 27(1). .
  2. 1991 Amorim, A., Borba, H. R., & Amano, L. M. (1991). “Ação anti-helmíntica de plantas IV. Influência da casca do caule de cipó-cravo (Tynnanthus fasciculatus Miers; Bignoniaceae) na eliminação de Vampirolepis nana e de oxiurídeos em camundongos.” Revista Brasileira de Farmácia, 72(4), 92-94.
  3. 2001 Gullo, A. C., & Pereira, A. M. S. (2001). “O uso de plantas medicinais na cidade de São Paulo.” Atualidades Médicas, 3(2), 25-30.
  4. 1979 Lainetti, R., & Brito, N. R. S. (1979). A Saúde Pelas Plantas e Ervas do Mundo Inteiro. Rio de Janeiro: Ediouro.
  5. Useful Tropical Plants Database. “Tynanthus fasciculatus.” Tropical Plants Database, Ken Fern. .

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